A terceira prova do Desafio Solar Brasil 2011 – Etapa Florianópolis, mais longa dentre todas desde o primeiro Desafio, em 2009, ocorreu hoje e com sucesso. Grande parte das equipes conseguiu completar a prova e as que tiveram problemas, não os tiveram devido à extensão do percurso, mas outros contratempos de ordem técnica. A quarta prova ocorreu hoje também.

Na primeira edição do Desafio Solar Brasil 2009, em Paraty, em que ocorreram provas também bastante longas, várias equipes não completaram provas, seja por má administração de bateria ou por sistemas ainda pouco desenvolvidos e eficientes. Contudo, hoje a evolução é tão visível e geral entre as equipes que não só o número proporcional de equipes completando as provas aumentou, como os tempos de prova estão muito próximos, evidenciando a equiparação e o fortalecimento entre os competidores.

Na terceira prova do campeonato e primeira do dia, que foi cumprida pelos barcos em torno de 3 horas, Ubá Suy Aram e Vento Sul tiveram problemas e não a concluíram, sofrendo a penalidade de 10% de DNF. Tivemos então Babitonga em 3º com 03h08’24”, apenas 5 segundos atrás do 2º colocado, Copacabana, que fez a prova em 03h08’19”, seguido do Arpoador em 1º com 03h02’07”. Babitonga e Arpoador conseguiram estas colocações ainda apesar de levarem 5% de penalidade devido aos resultados no prólogo. VDC2, sem tanta sorte, com seus 15% de penalidade nesta prova, caíram de um possível 2º lugar para o 6º.

Já para a quarta prova, Solaris não largou e Mangue e Ubá Suy Aram não completaram a prova. Não havendo penalidades, o tempo da prova foi o tempo real para todos. Babitonga chegou em 3º com 01h26’11”, Arpoador em 2º com 1h22’13” e VDC2 buscando recuperação no campeonato com 01h20’35” nesta prova.

Assim, temos, por enquanto, o seguinte pódio na classificação geral: VDC2 em 3º lugar com 05h59’39” no tempo acumulado, se saindo bem apesar dos contratempos na competição; Babitonga, o “calouro” do Desafio num surpreendente 2º lugar com 05h58’27” e o já veterano Arpoador em 1º com 05h37’42”. A diferença de tempo do 3º para o 2º lugar é de um impressionante 01’12”.

Houve ainda, após a realização da quarta prova, uma reunião no paddock do LIC com os representantes de equipes proposta pela organização do DSB para pôr em pauta dúvidas, críticas, questionamentos e sugestões das equipes sobre qualquer ponto da competição, entre os quais se evidenciaram discussões acerca de lastro, calendário do DSB para o resto do ano, motores, baterias, aplicabilidade de determinadas regras, penalidades, etc.

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