Por Rafael Mendes

Em 28 de setembro, Luís Fernando de Lucca Carbonesi, representando as Equipes LabMecTurb 1 e 2, conversou um pouco conosco no Centro de Tecnologia da UFRJ, protagonizando a última das entrevistas realizadas com as equipes participantes do Desafio Solar Brasil. Infelizmente, não foi possível entrevistar todas, mas a grande maioria está aqui representada e documentada.

Luís de Lucca, em entrevista ao Desafio Solar, nos contou como são organizadas as duas equipes que representa, que na verdade são uma grande equipe. Segundo ele, todos os integrantes de alguma forma participam do Laboratório de Mecânica da Turbulência, chefiado pelo Prof. Átila Freire, sejam mestrandos ou graduandos da UFRJ. O pessoal de Engenharia Elétrica corresponde a Jhonny Régis e Daniel Moura; o de Engenharia Naval, Daniel Rodrigues, José Luiz Zotim e Victor Gonçalves; e o de Engenharia Naval, Beatriz Carvalho, Bernardo Xavier e o próprio Luís de Lucca. Todos eles trabalham juntos, coordenados em terras cariocas pelo Luís de Lucca, mas em mares paratienses, serão coordenados por Daniel Rodrigues. Lá, a equipe se dividirá em duas, cada uma com sua embarcação: o “Carcará”, que será pilotado por Beatriz Carvalho, e o “Gabriela”, que será guiado por Victor Gonçalves que já tem Cecília Coelho como sua piloto reserva.

Equipe audaciosa, entra na competição com dois barcos inteiramente construídos por conta própria, em vez daqueles cedidos pelo Polo Náutico. O prof. Átila e sua equipe, desta forma, atendem literalmente ao chamado do Desafio.

Para Luís de Lucca, as maiores dificuldades da equipe foram a falta de tempo livre para trabalhar no projeto e a pouca experiência do grupo em captação de recursos, do que decorre a falta de patrocínios. Em determinado momento, a equipe teve esta parte do projeto como foco durante uma semana inteira, com auxílio do Prof. Átila. Foi ele, inclusive, que decidiu criar uma equipe e se aventurar neste Desafio Solar, em conversa com o Prof. Fernando Amorim.

Luís de Lucca aponta como objetivo da equipe LabMecTurb a troca de experiências científicas, pois “a competição vai ser um laboratório para a Holanda”, ele diz, se referindo ao Frisian Solar Challenge 2010. Ao voltar de Paraty, a equipe já fará reuniões pensando na Holanda em 2010.

Para a equipe, um barco solar é uma grande novidade e serve como um interessante objeto de estudos por si só, cuja construção foi definida por Luís de Lucca como algo “prazeroso e cansativo”.

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Contagem Regressiva para o Desafio Solar Brasil, que começa amanhã!

Não digo “bons ventos”, mas sim “bons sóis” às equipes!

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